terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Distração

Se tem algo que pode se tornar perigoso, é a distração e a falta de atenção. O “Photoshop Disasters” e o “Blue Bus” destacaram esta semana a imagem abaixo. Olha só o que um taxista permitiu que fizessem com seu taxi (o seu ponto de venda). Seus clientes devem, no mínimo, pensar duas vezes antes de abrir a porta do taxi.

::: joao.riva@pensandoopdv.com.br

Distração

Se tem algo que pode se tornar perigoso, é a distração e a falta de atenção. O “Photoshop Disasters” e o “Blue Bus” destacaram esta semana a imagem abaixo. Olha só o que um taxista permitiu que fizessem com seu taxi (o seu ponto de venda). Seus clientes devem, no mínimo, pensar duas vezes antes de abrir a porta do taxi.

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A magia do palhaço

Adoro ir a restaurantes, principalmente quando em mesas próximas tem alguma com crianças pequenas. Percebo que os pais não sabem o que fazer com elas durante as refeições. Coitados... A culpa não é deles – nem das crianças! Acontece que a grande maioria dos restaurantes não estão preparados para as crianças. Apenas isso.

O molequinho pega um copo na mão e o pai tira, dizendo “ larga isso, filho!”. Então a criança pega o garfo, a faca, e começa a batucar na mesa. É a vez da mãe: “solta, filho!”. Sem poder pegar em nada, a criança começa a ficar cansada, e logo chora. Ai os pais pensam que jantar em casa seria bem mais fácil. Na verdade, talvez até mesmo fosse.

Nestas horas lembro do McDonalds e toda sua alegria. O banco é de plástico, e agüenta qualquer tipo de pulo. Os sanduíches e refrigerantes servidos em plástico, prontos para qualquer aperto ou queda. Falando em queda... Relaxa! Se o refrigerante cair no chão, pega outro! É por conta da casa... Não pára por ai: o dono da casa é um palhaço, no seu combo infantil tem sempre um brinquedo, e na área externa um brinquedão.

Livros que contam a história do McDonalds são muitos, e indico todos. A rede é uma universidade de estratégias e táticas de marketing. Acompanha – a sua maneira, e dentro do possível – as mudanças do mundo e os anseios do seu público. Tai, no meu ponto de vista, um dos motivos do seu sucesso.

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joao.riva@pensandoopdv.com.br

A magia do palhaço

Adoro ir a restaurantes, principalmente quando em mesas próximas tem alguma com crianças pequenas. Percebo que os pais não sabem o que fazer com elas durante as refeições. Coitados... A culpa não é deles – nem das crianças! Acontece que a grande maioria dos restaurantes não estão preparados para as crianças. Apenas isso.

O molequinho pega um copo na mão e o pai tira, dizendo “ larga isso, filho!”. Então a criança pega o garfo, a faca, e começa a batucar na mesa. É a vez da mãe: “solta, filho!”. Sem poder pegar em nada, a criança começa a ficar cansada, e logo chora. Ai os pais pensam que jantar em casa seria bem mais fácil. Na verdade, talvez até mesmo fosse.

Nestas horas lembro do McDonalds e toda sua alegria. O banco é de plástico, e agüenta qualquer tipo de pulo. Os sanduíches e refrigerantes servidos em plástico, prontos para qualquer aperto ou queda. Falando em queda... Relaxa! Se o refrigerante cair no chão, pega outro! É por conta da casa... Não pára por ai: o dono da casa é um palhaço, no seu combo infantil tem sempre um brinquedo, e na área externa um brinquedão.

Livros que contam a história do McDonalds são muitos, e indico todos. A rede é uma universidade de estratégias e táticas de marketing. Acompanha – a sua maneira, e dentro do possível – as mudanças do mundo e os anseios do seu público. Tai, no meu ponto de vista, um dos motivos do seu sucesso.

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domingo, 29 de novembro de 2009

As meias ainda no chão...

Não importa o ticket médio dos restaurantes, normalmente eles têm uma caixinha para críticas e sugestões. Podemos estar falando de lanchonetes com cheeseburgeres a R$12,00 ou de churrascarias com valores de R$ 127,00 por pessoa. Hospitais e lojas de roupas seguem pelo mesmo caminho. Afinal, como é bom ouvir os clientes...

Tenho muito a dizer e opinar sobre estas caixinhas. Mais: como os locais que trabalham com elas fazem mal uso do material depositado em cada uma. Mas, como estes usos equivocados são muitos, focarei em um deles para este post. Por acaso, um dos que incomoda aos consumidores.

Sabe quando você discute com a esposa (o inverso também vale), e ela usa aqueles 5 minutos da novela (momento importante para ela) para reclamar das suas meias no chão da sala, a toalha molhada na cama e a jarra de água vazia na geladeira? O que você faz? 1) argumenta com ela que as coisas não são bem assim; 2) jura que vai melhorar e ser mais organizado; 3) não faz absolutamente nada.

Pois é: assim como alguns de nós, estes mesmos estabelecimentos que pedem que os critiquemos optam pela opção 3 e não fazem absolutamente nada com a informação recebida. No mínimo, por elegância, deveriam responder a estas mensagens, não é? Somente assim teríamos a sensação que nossa opinião vale para alguma coisa.

Para muitos a falta de resposta destes estabelecimentos passa despercebida – o que é uma pena. É importante, como consumidores, termos um feedback de nossas críticas. De outra forma, acreditaremos que nestes locais as meias continuarão no chão, as toalhas molhadas continuarão nas camas, e as jarras de água continuarão vazias.

::: joao.riva@pensandoopdv.com.br